sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CONCLUSÃO

   CONCLUSÃO

O administrador moderno não está embasado somente em planejamentos financeiros ou materiais. Para ele, os Recursos Humanos se tornaram a chave para o sucesso de qualquer organização.Já são idos os tempos em que, na empresa, os funcionários eram relegados a uma categoria inferior, pois, os administradores da modernidade rêm consciência da importância de se ter uma equipe qualificada para manutenção da empresa no mercado.

   Para os administradores, agentes detentores da ciência da adminitração, o planejamento constitui um processo formulador de um conjunto de deliberações, que atuam direto sobre as ações que serão efetuadas pela empresa, para seu equilíbrio e estrutura, enquanto organização.Assim, na realidade, o mercado muda de forma rápida e , neste contexto de mudanças e avanços, oadministrador deve planejar e executar tarefas que proporcionem á empresa uma constante readaptação ao mercado.
Saber trabalhar com a ciência da administração é saber coordenar o dia-a-dia. Maximiano ( 2000,p.29) pondera que:

   O processo de administrar é importante em qualquer escala de utilização de recursos. Como pessoa, ou membro de sua família, seu dia-a-dia é cheio de decisões que têm conteúdo administrativo. Definir e procurar realizar objetivos pessoais, como planos de carreira, ou elaborar e acompanhar orçamentos domésticos, ou escolher a época das férias e programar uma viagem, são todos exemplos de decisões administrativas.

   Os administradores de hoje estão mais preocupados com a valorização dos produtos oferecidos pela empresa aos consumidores do que propriamente com as empresas que competem no mercado. Por outro lado, surge uma nova figura de consumidor, mais preparado e exigente.Neste sentido, o administrador moderno e dinâmico deve ter, na equipe de funcionários, aliados que possam ajudar á empresa a conquistar o mercado, posto que, observa-se com clareza a importância dos recursos humanos no contexto estrutural de todas as empresas, sejam estas de pequeno, médio ou grande porte.
   Os recursos humanos são, com certeza a peça principal para a construçao do quebra-cabeça que constitui as empresas e o mercado consumidor, ambos inseridos em uma dinâmica complexidade que exige dos administradores, a vivacidade e o interesse total pelo desempenho de sua profissão.
   Hoje as mudanças são tão cotidianas que se tornou essencial diagnosticar e gerenciar o processo de transformação cultural para a sobrevivência das organizações.Nessa direção, os estudos indicam que a gestão empresarial deve conter como parte de sua estratégia a transformação organizacional e cultural que, entre outras metas, seja adequada e receptiva a mudanças, retenha e se possível atraia novos talentos, desaprenda o passado e reinvente o futuro ( HAMEL; PRAHALAD, 1995).
   A mudança de uma cultura organizacional não é um sonho ou idealização, mas um objetivo alcançável, mas que só teremos chances de realizá-sa quando as pessoas envolvidas acreditarem que estão tendo, realmente, a oportunidade de participar na definição do que deve e como deve ser mudado, pois somente com isto criaremos as condições capazes de assegurar a precisão técnica do conteúdo da mudança e a legitimidade do seu processo. Assim, a sentença de ordem dentro de uma organização que decide mudar é : APRENDER A APRENDER.

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